O Strix roda a sua aplicação de verdade, encontra a falha e prova que ela existe — com exploit funcionando, não com alerta genérico.
O Strix executa exploits reais. Não é scanner que aponta suspeita — ele invade para provar. O próprio repositório traz o aviso: teste apenas aplicações que você possui ou tem autorização para testar.
No Brasil, invadir dispositivo alheio é crime tipificado no art. 154-A do Código Penal, com pena de 1 a 4 anos. Autorização verbal não protege ninguém — o que vale é documento escrito, com escopo e período definidos.
Ferramenta de quem defende. Não de quem invade. Se você não consegue apontar quem assinou a autorização, não rode.
A diferença entre o Strix e uma ferramenta tradicional de análise estática é a mesma entre ler a planta de um prédio e tentar arrombar a porta. Um aponta o que pode ser problema. O outro mostra o problema acontecendo.
São vários agentes trabalhando em conjunto: um faz reconhecimento, outro explora, outro valida o achado. É o desenho de um red team humano, automatizado.
| Capacidade | O que faz |
|---|---|
| Proxy HTTP | Intercepta, inspeciona e reenvia requisições manipuladas |
| Navegador | Automação real de browser para testar fluxo autenticado e XSS |
| Sandbox | Ambiente isolado para escrever e rodar o exploit |
| Recon | Mapeia superfície de ataque antes de começar |
A lógica de negócio é onde a abordagem por agente ganha de scanner comum. Uma ferramenta de padrão não sabe que transferir saldo negativo não deveria ser possível. Um agente que raciocina sobre o fluxo, sim.
Roda em Docker, então não suja sua máquina e o exploit fica contido.
# 1. instalar $ pipx install strix-agent # 2. sua chave de LLM $ export STRIX_LLM="anthropic/claude-sonnet-5" $ export LLM_API_KEY="sua-chave" # 3. apontar para o que é SEU $ strix --target ./meu-repositorio
O alvo pode ser um diretório local, um repositório ou uma URL — desde que seja seu. O painel de resultado roda localmente: nada sai da sua máquina.
Rodar uma vez e olhar o relatório tem valor limitado. O ganho real aparece quando ele entra no pipeline e barra código inseguro antes de virar produção.
Esse último ponto é o que muda a cultura do time. Alerta genérico gera discussão sobre falso positivo. Exploit funcionando encerra a discussão.
| O quê | Onde |
|---|---|
| Repositório | github.com/usestrix/strix |
| Projeto | usestrix.com |
| Modelo de autorização | Procure por "penetration testing authorization letter" — use como base e valide com jurídico |